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	<title>Tour Gourmand &#187; veja fortaleza 2009</title>
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	<description>na trilha da boa comida</description>
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		<title>Comparativos.</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 01:51:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kenji Ohi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentário]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Visitas gastronômicas]]></category>
		<category><![CDATA[bom e barato fortaleza]]></category>
		<category><![CDATA[cantina di napoli]]></category>
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		<description><![CDATA[A veja fortaleza 2009/2010 escolheu os melhores da cidade, em busca de referências visitamos alguns, a intenção é descobrir o que os tornam relevantes para artistas, empresários e pessoas formadoras de opinião na capital cearense.

A lista inicial constituiu-se da melhor pizza - Vignoli, a melhor massa - Cantina di Napoli e o bom e barato - Regina Diógenes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/fortaleza/editorial/e172/fortaleza-comer-beber-2009" target="_blank">veja fortaleza 2009/2010</a> escolheu os melhores da cidade, em busca de referências visitamos alguns, a intenção é descobrir o que os tornam relevantes para artistas, empresários e pessoas formadoras de opinião na capital cearense.</p>
<p>A lista inicial constituiu-se da melhor pizza &#8211; <a href="http://www.pizzavignoli.com.br/" target="_blank">Vignoli</a>, a melhor massa &#8211; <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/fortaleza/restaurantes/cantina-di-napoli-42315" target="_blank">Cantina di Napoli</a> e o bom e barato &#8211; <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/fortaleza/restaurantes/regina-diogenes-28500" target="_blank">Regina Diógenes</a>.</p>
<p>Vignoli eu posso concordar como a melhor pizza, realmente a massa é do estilo que me agrada, entretanto eu costumo ser minoria neste assunto. A maioria das pessoas ignora o início da pizza, que remonta mais de 6000 anos, os fenícios chamavam-na piscea, é na direção histórica que caminha a pizza Vignoli, tradicionalmente os discos de massa eram apenas farinha e água, sem óleos, fermentos ou demais condimentos, assados em fornos tradicionalmente ovalados de barro, onde os discos assavam nas paredes diretamente, entretanto a moderna e tradicional pizza italiana remonta a Nápoles do primeiro milênio. O cardápio deixa bem claro que a pizza da casa vignoli não leva óleos e fermentos, ou seja, foge do padrão esperado de pizza, talvez por isso haja um contra senso quanto a <a href="http://www.guidapizzerieditalia.edikronos.it/index.php?pag=sto" target="_blank">&#8220;tradição&#8221;</a>. Dos napolitanos ficam os &#8220;recheios&#8221; e o molho de tomate caseiro que &#8220;tempera&#8221; cada disco.</p>
<p>A vignoli, ao desafiar a &#8220;tradição&#8221; napolitana oferece uma pizza fora da <a href="http://www.pizzanapoletana.org/" target="_blank">&#8220;Verace Pizza Napolitana&#8221;</a>, e talvez por isso possa encontrar profundos críticos. Entretanto uma boa escolha de ingredientes, um molho caseiro bastante simples e bem executado garantem boas pizzas, tradicional ou não. Talvez aqueles mais fiéis napolitanos devam procurar outras casas mais italianas onde as massas são mais compactas e levam os tradicionais femento e leveduras da<a href="http://www.pizzanapoletana.org/" target="_blank"> &#8220;Verace Pizza Napolitana&#8221;</a>.</p>
<p>O Cantina di Napoli mantém-se fiel ao nome que carrega, ou fomos nós quem escolhemos pela tradição? <img src='http://www.tourgourmand.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Tradicionalmente Nápoles é a cidade refúgio da pizza, em especial a Margherita tem origens na região napolitana e é tão fundamental que uma lei regula a maneira com que deve ser confeccionada, Nápoles já foi grega, espanhola e francesa, então não é de se espantar que a cozinha seja de importância fundamental à tradição regional, ao ponto de uma das mais importantes peças folclóricas retratar Pulcinella comendo um prato de spaghetti, provavelmente o próprio spaghetti alla pulcinella, uma das especialidades regionais.</p>
<p>Outros pontos fortes da culinária napolitana são a parmigiana di melanzane e o clássico Ragú, ambos fizeram parte do nosso pedido, complementado por outro spaghetti com berinjelas, uma bruscheta com brie e agrião e uma visita mais contemporânea de pato ao molho de amora (ou seriam framboesas? Esqueço agora&#8230;).</p>
<p>Escolhas muito boas, do tradicional ao moderno, e todos muito bem executados, fica especialmente ressaltado o pato, apesar de que a pretensa complexidade do prato não se confirma em <a href="http://www.gourmet.com/recipes/2000s/2005/07/duckbreast" target="_blank">sua execução</a>, e a grata surpresa na parmigiana a melanzane, que engana aos mais despretensiosos, as boas parmigianas exigem equilíbrio de queijos, óleos e molhos (eu confesso que nunca consegui), uma história interessante do nome, a parmigiana não é referente à região de parma como podem pensar, mas ao termo parmiciana, que eram as tábuas superpostas que formavam tampões de madeira, cuja superposição da madeira lembra a maneira com que se dispunham os ingredientes do prato.</p>
<p>Finalmente as nossas visitas nos levaram ao Regina Diógenes, em seu novo endereço no Cocó, para um bom e barato realmente não tenho do que reclamar, boa oferta de saladas e sobremesas, mas poucas opções de pratos quentes principais muito me agrada o fato das porções serem relativamente comedidas, odeio a ideia de pratos preparados aos montes e mantidos quentes naqueles vapores de água suja o dia inteiro, gosto de ao menos ser enganado a pensar que a comida está na panela e é reposta o tempo inteiro nos malditos &#8220;rechauds&#8221;.</p>
<p>A comida é o que se pode esperar pelo preço, agradável, realmente bom, para um dia a dia é realmente uma das melhores opções da cidade, em termos gourmands talvez falte algum detalhe, o limone chega mais perto da inventividade culinarista. Enfim, merece o bom e barato da cidade com algum louvor.</p>
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